E o vento canta, canta, canta, canta, canta.... Às vezes afinado, outras completamente fora do tom e não percebe os meus sinais e continua. Um dia vou ensiná-lo a cantar como deve ser.
Se se pudesse comer vento, na minha cidade ninguém passava fome. E consoante o lugar onde estivesse, o prato poderia ser acompanhado de wi-fi e muitas ondas das comunicações.
Na praia pode-se comer vento, areia e algas e beber água muito fria e salgada. De areia e algas nunca me servi e nunca bebi com intenção, mas às vezes acontece....
Gosto mais de ficar na água a ver o céu e as (poucas) pessoas que se aventuram a entrar na água como eu. Somos os verdadeiros lutadores contra as intempéries do Verão (que não está a ser muito Verão).
No outro dia, à conta do Francisco, quando me deitei não ouvi os relógios, mas sim as minhas células a cantar:
No dia seguinte, culpa do Weasley [e a propósito, tenho saudades dos tempos em que tinha cadernetas dos filmes de animação ou do Harry Potter e ia comprar as carteirinhas dos cromos ao quiosque], subiam ao palco Edward Sharpe & Magnetic Zeros e eu acompanhei-os na letra (logo depois de ter assobiado):
E na noite de ontem, cantava:
(quero um Verão assim)
And by the time that it was dark
You and me had something, yeah
O que será hoje?
Assobiar não é comigo, nem cantar afinadamente xD
ResponderEliminarMas canto na mesma, quando estou só na minha presença (nenhum dos meus alter-egos canta melhor que eu :D)
"O que será hoje?"
A seguir poderá ser uma carrada de outras coisas :P
Go with the flow, como me dizia uma prof.
Naquela noite não houve nenhuma música que tivesse sido cantada na minha cabeça. Foram antes palavras...
ResponderEliminarFazes bem em cantar. E deves fazer um coro com os teus alter,não? xD