Mesmo correndo o risco de estar completamente errado, creio que - mesmo quando as dúvidas tratam de te moer o juízo - nunca te passou pela cabeça tentar ser outro, pois não?
Quanto à perfeição, isso é bastante mais problemático, mas vale a pena correr o risco!...
Acho que já me passou ser outro que não eu, mas agora parece-me que tal ideia é uma parvoíce. Foi em tempos passados, quando demasiados pensamentos explodiam como vulcões e se destruíam uns aos outros. Acho que no fundo não tinha noção de quem era, pelo que ser outro me parecia ser mais fácil. Embora ainda faça caretas para o espelho, gosto de quem sou. Não nego que de vez em quando ainda sou devastado com dúvidas existenciais, mas isso tende a passar (...até à próxima vez).
Por vezes perdemo-nos nos muitos caminhos que nos são apresentados e corremos o risco de nos afastarmos de sermos nós com perfeição. É por isso que parar de vez em quando é bom pois dá-nos a possibilidade de pensar em nós e no rumo que a nossa vida leva. Às vezes ainda vamos a tempo de ajustar as velas e o leme...
Aproveitando a metáfora: Mas para ajustar o leme, por vezes, a maré tem de estar de feição. Porque isto de remar contra a correnteza é muito inglório :)
Mesmo correndo o risco de estar completamente errado, creio que - mesmo quando as dúvidas tratam de te moer o juízo - nunca te passou pela cabeça tentar ser outro, pois não?
ResponderEliminarQuanto à perfeição, isso é bastante mais problemático, mas vale a pena correr o risco!...
Acho que já me passou ser outro que não eu, mas agora parece-me que tal ideia é uma parvoíce. Foi em tempos passados, quando demasiados pensamentos explodiam como vulcões e se destruíam uns aos outros. Acho que no fundo não tinha noção de quem era, pelo que ser outro me parecia ser mais fácil.
ResponderEliminarEmbora ainda faça caretas para o espelho, gosto de quem sou. Não nego que de vez em quando ainda sou devastado com dúvidas existenciais, mas isso tende a passar (...até à próxima vez).
Por vezes perdemo-nos nos muitos caminhos que nos são apresentados e corremos o risco de nos afastarmos de sermos nós com perfeição. É por isso que parar de vez em quando é bom pois dá-nos a possibilidade de pensar em nós e no rumo que a nossa vida leva. Às vezes ainda vamos a tempo de ajustar as velas e o leme...
Aproveitando a metáfora: Mas para ajustar o leme, por vezes, a maré tem de estar de feição. Porque isto de remar contra a correnteza é muito inglório :)
ResponderEliminarOu como diz a canção: pode alguém ser quem não é?
ResponderEliminarSpeedy, de facto, remar contra a correcta é inglório, daí eu ter escrito "às vezes".
ResponderEliminarsad eyes, acho que podemos tentar ser outro que não nós mesmos, mas no fundo estaríamos a ser nós...